Detonações no morro atingem residências no Bairro das Nações
Essa e outras denúncias no BBT desta sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Oliveira Brandão
Detonações no morro atingem residências no Bairro das Nações
Luciana, residente na Rua Argélia, Bairro das Nações, alertou na manhã desta sexta-feira, 3, para as explosões que estão acontecendo no morro durante o dia, que além de abalar residências, jogam restos de pedras e entulhos para os ares, quebram vidros de janelas e provocam rachaduras. A princípio ela achava que a detonação era autorizada pela prefeitura de Balneário Camboriú, cobrou ressarcimento mas não teve retorno. O diretor da comissão que fiscaliza o meio ambiente Cuida, Atílio Catafesta, justificou que não se trata de obra do município, mas não revelou quem são os responsáveis. “Seja de quem for, a obrigação do órgão é fiscalizar.”
Academias públicas são destruídas por vândalos
Academias instaladas ao ar livre pela prefeitura, estão sendo destruídas pelos vândalos que perambulam pelas ruas durante a noite. Nesta sexta-feira, durante o Bote a Boca no Trombone, o repórter Adilson de Souza falou direto do Binário, subida para o Cristo Luz, onde existe uma, constatou os prejuízos e ouviu alguns idosos que costumam freqüentar o local que lamentaram o que está acontecendo. “Esta academia está localizada há cem metros da prefeitura, que deveria escalar o guarda municipal, cuja função é proteger o patrimônio público.”
Trabalho sem proteção causa prejuízo
Um cidadão comunicou que trafegava com seu veículo no Bairro Rio pequeno em Camboriú, nas proximidades da casa de shows Mari!as, no momento em que um vidro do veículo foi atingido por uma pedra, vinda do canteiro onde trabalhavam operários da prefeitura. Segundo o denunciante, trabalhavam sem a rede de proteção, que isola o trabalhador do trânsito, quando roçam as ruas. “O vidro foi danificado, fui conversar com o secretário da administração da prefeitura, John Lenon, a fim de ser ressarcido do prejuízo, a resposta que obtive, é que entrasse com ação na Justiça e mediante ganho de causa receberia indenização pelo dano causado.” Completou. “Se comprovado o prejuízo, mediante depoimento do operário que trabalhava sem proteção, que é um dever do município, porque não pagar o prejuízo?”





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