PT não pretende coligar com Piriquito
Comando da sigla esteve reunida para tratar sobre rumos da campanha
Jornal Boca - edição 133
Robson Dias
Balneário Camboriú/SC - A data não poderia ser mais sugestiva. No dia
13, segunda-feira, a diretoria executiva do Partido dos Trabalhadores de
Balneário Camboriú se reuniu para traçar diretrizes para a legenda. A pauta não
poderia ser outra: eleições municipais. A discussão entre os militantes
petistas teve como propósito identificar um candidato em potencial para a disputa
da principal cadeira administrativa da cidade e seus possíveis aliados.
“Nós
tiramos algumas diretrizes fundamentais para tratar com os partidos da base
aliada do governo Dilma. Prezamos por uma administração aberta e participativa,
que já é uma bandeira histórica do PT”, disse Anderson Beluzzo, secretário de
movimentos sociais da sigla e membro da diretoria executiva municipal.
Presentes na reunião, membros do Grupo de
Trabalho Eleitoral (GTE), também participaram da decisão que consolidou os
nomes da professora Mariza Zanonni Fernandes e do advogado Aristo Pereira como
pré-candidatos do partido à prefeitura.
“O nome
do Leko ficou a disposição de uma possível candidatura a vice prefeito caso
seja necessário uma chapa pura” declarou Beluzzo, justificando a ausência do
nome de Leko Benvenutti entre os principais para a disputa.
O secretário de movimentos sociais do PT
garantiu que o partido está consolidado e preparado para o pleito, e não
confirmou as especulações sobre a possibilidade do ex-ministro da pesca,
Altemir Gregolim, estar também sendo cotado para a disputa pelo Paço Municipal.
“Na
verdade o ministro Gregolim está a disposição do diretório, mas no entanto o
próprio ex-ministro não se colocou a disposição para a majoritária”.
Apesar do PMDB integrar a base governista
federal, o PT não pretende coligar com o pré-candidato à reeleição, Edson
Piriquito. “O que sentimos é que o atual prefeito segue os mesmos princípios
das administrações anteriores, é autoritário, não aceita o diálogo e nem discutir
o futuro da cidade”, justificou.
“O PT prima por um governo aberto e de gestão
participativa. Hoje não tem nenhuma ‘passarela’ que possibilite alguma
aproximação com a atual administração”, completou.





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