Anita Souza
Balneário Camboriú/SC – As reclamações contra o Samu são constantes na cidade, inclusive ao Sistema Menina de Comunicação. Hoje pela manhã, a reportagem do Portal Menina presenciou uma ocorrência que causou indignação a populares que acompanhavam o desenrolar de um acidente de trânsito ocorrido na Rua 3.000, entre as Avenidas Brasil e Terceira, onde envolveu um carro e uma motoneta.
Era 9h05 quando os dois veículos colidiram. O capacete da garota que estava na Honda Biz caiu e ela teve sangramento. Também dizia sentir dor na perna esquerda. Ela ficou muito assustada e reclamava de muita dor. De imediato chegaram os populares e várias ligações feitas ao 190 da PM, Bombeiros e Samu, inclusive a reportagem do Portal telefonou para a PM.
O pai da vítima chegou de carro em 10 minutos, mas a demora do socorro causou indignação. Fátima da Rosa, síndica de um edifício vizinho, disse que logo após a colisão ela ligou para o Samu e PM, para informar do ocorrido. “É um descaso do Samu com o ser humano. Demoraram quase meia hora pra chegar na ocorrência, e essa não é a primeira vez. No último dia 20 os acionei ás 3h da manhã porque a minha vizinha teve um AVC, além de demorar também cerca de 30 minutos, o socorrista reclamou que estava cansado. Isso é um absurdo”, disse a testemunha.
Na ocorrência desta manhã, o Samu chegou no local em 22 minutos e a PM em 30min. Desde o início do acidente até a saída da ambulância levou cerca de 40 minutos. Em contato com o major Ronaldo de Oliveira, da Polícia Militar, que inclusive acompanhou boa parte da ocorrência, ele disse que a ligação assim que caiu no 190 da PM foi repassada pelo atendente diretamente ao despachante do Samu, e que ele não teria repassado as informações a ambulância de imediato. “Vamos verificar o que ocorreu. Quando recebemos a informação, a viatura chegou em 4 minutos”, acrescenta o oficial, que inclusive acompanhou boa parte do desenrolar do acidente, já que ele estava de folga, mas por perto. Uma gente de trânsito chegou minutos antes da vtr.
Segundo testemunhas, o major chegou a ligar para um tenente e perguntar o porquê na demora do empenho da guarnição. Depois dessa longa espera, finalmente a vítima foi encaminhada ao Hospital Ruth Cardoso.








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